Entenda o que a lei diz, o que a polícia não te contou e o que você precisa fazer nas próximas 48 horas.
São as situações que mais aparecem nas blitze que analisamos. Se você se reconhecer em alguma delas, o seu caso merece uma análise.
Você não soprou, não foi ao hospital, não fez exame de sangue, não andou em linha reta e ninguém assinou nada dizendo o que teria sido observado. Ou seja, a acusação ficou só na palavra do agente.
Aquele em que você sopra de longe, sem bico. Ele não tem a mesma validade do aparelho oficial e não deveria sustentar sozinho uma autuação.
Ninguém explicou que você perderia a CNH por 12 meses, não te deram nada para assinar, e você só descobriu a acusação quando a multa chegou em casa.
Foi multado por embriaguez e mesmo assim liberaram você para seguir viagem, ou deixaram outra pessoa levar o carro ali na frente. A conduta não combina com a acusação.
Você tem três oportunidades de se defender no processo, e cada uma delas tem prazo que o órgão também precisa cumprir. É por isso que vale olhar o caso mesmo quando a abordagem foi correta.
Muita gente acha que o prejuízo é só o valor da multa. Não é.



Comentários públicos de clientes no perfil do escritório no Instagram. Resultados passados não representam promessa de resultado: cada caso exige análise individual dos documentos.
O advogado responsável explica, em poucos minutos, o que a lei exige na blitz, o que costuma faltar na autuação e como saber se vale a pena recorrer.
Você conta o que aconteceu na blitz e a nossa equipe responde com sinceridade se vale a pena recorrer. Quando não vale, a gente também fala.
FALAR COM A EQUIPE AGORARecusar o teste do bafômetro, ou soprar acima do limite, gera multa de R$ 2.934,70 e um processo que pode deixar você 12 meses sem dirigir. Este vídeo explica o que fazer a partir daí.
Uma coisa é a regra, que existe para proteger todo mundo. Outra é a fiscalização feita às pressas, que não separa quem estava bêbado de quem estava consciente e ignora o que a própria lei manda cumprir. Muita gente que nos procura saiu dirigindo da blitz, não sabia que estava sendo multada e só descobriu do que era acusada quando o documento chegou em casa. O mínimo que se espera de quem fiscaliza é avisar a pessoa do que ela está sendo acusada e dar a ela a chance de provar o contrário.
Além da multa, vem a suspensão por 12 meses e a volta para a autoescola: curso de reciclagem, aulas e prova escrita antes de receber o documento de volta. E se você for pego dirigindo durante essa suspensão, o cenário piora bastante: a CNH pode ser cassada, com dois anos sem dirigir e sem poder nem começar o processo de retorno. Depois disso, tudo recomeça do zero. É por isso que encarar a multa apenas como um valor a pagar é um erro de conta.
Quando não fizeram prova nenhuma do seu estado. Você não soprou, não foi levado ao hospital, não fez exame de sangue, não andou em linha reta e ninguém registrou o que teria sido observado. A acusação fica só na palavra do agente, sem nada que a sustente.
Quando usaram o bafômetro de bastão. É aquele em que a pessoa sopra de longe, sem bico. Ele não tem a mesma validade do aparelho oficial e não deveria sustentar sozinho uma autuação.
Quando não te disseram do que você estava sendo acusado. Ninguém explicou a perda da CNH por 12 meses, não te deram nada para assinar, e só depois apareceram descrições sobre o seu estado em algum documento.
Quando você saiu dirigindo da blitz. Você foi autuado por embriaguez e mesmo assim liberaram você para seguir viagem, ou deixaram outra pessoa levar o carro ali na frente. A conduta de quem fiscalizou não combina com a acusação.
Mesmo quando nada disso aconteceu, existe um caminho que muita gente ignora: o processo tem três momentos em que você pode se defender, e cada um deles tem prazo que o órgão de trânsito também é obrigado a cumprir. A lei vale para você, para mim e também para o Detran. Quando esse prazo não é cumprido, isso pesa a favor de quem se defende. É por isso que vale olhar o caso mesmo quando a abordagem foi feita corretamente.
Vale mais do que o preço. Procure o perfil no Google e leia as avaliações reais de clientes. Desconfie de quem quer receber tudo à vista e rápido: o processo leva tempo, e o pagamento parcelado protege você, porque acompanha a entrega do serviço. Veja também há quanto tempo aquela pessoa ou escritório existe, já que muita franquia de recurso de multa abre, fecha e deixa cliente no meio do caminho. E, acima de tudo, escolha por confiança: o melhor profissional é aquele que te olha nos olhos e diz a verdade sobre o seu caso, inclusive quando a verdade é que não vale a pena recorrer.
Se alguma das situações acima parece com o que aconteceu com você, mande uma mensagem para a nossa equipe. A análise inicial é sem custo e a resposta é sincera nos dois sentidos.